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O ÚLTIMO IÇAR DA BANDEIRA PORTUGUESA EM NAULILA


Uma força de efectivo Pelotão de Caçadores sob o Comando do Alferes Vasconcelos a prestar as honras da ordenança no último içar e arrear da Bandeira Nacional em Naulila em 1975.


Meu marido, José António Caimoto Duarte, então Comandante da Companhia de Caçadores nº 306/RI22, sita em Forte Roçadas em Angola da qual o Pelotão era força destacada, mandou proceder à recuperação do Monumento aos Mortos do Combate de Naulila e das campas adstritas, pois o Monumento é ladeado por duas campas, a do Capitão Homem Figueiredo e do Alferes Joaquim Alves.


Foram também recuperados os talhões onde estão sepultados os militares portugueses e alemães. O quartel e o cemitério de Naulila estão juntos só separados por uma estrada como se pode ver nas fotografias anexas. Ao mesmo tempo e uma vez que foram recebidas ordens para abandonar Naulila como Posto de Pelotão, aproveitou-se para efectuar o último içar e arrear da Bandeira Nacional bem como homenagear mais uma vez os militares mortos em combate.


Pormenor curioso que se pode observar na foto: quem manobra a adriça (cabo ou corda onde vai presa a bandeira) é um «Sékulo», um homem muito idoso, que em jovem fora empregado do então Tenente Coronel Alves Roçadas. Na Cerimónia em questão apresentou-se com roupa militar como se pode observar nas fotografias 2 e 3.



Nota: As fotografias são da autoria de José Caimoto Duarte e pertencem ao seu álbum "Ultramar".


Autoria: Maria de Jesus Caimoto Duarte

‎Facebook - CORPO EXPEDICIONARIO PORTUGUES 1916 – 1919, em 9 de Novembro de 2014.

O Monumento aos Mortos da Grande Guerra em Luanda


A construção do monumento partiu de uma iniciativa da Comissão dos Padrões da Grande Guerra. O projecto pertence ao Escultor Henrique Moreira. Composto por um pedestal de granito, que simbolizava o altar votivo da Pátria, apresentava um conjunto de soldados europeus e indígenas que rodeavam a Vitória.


O monumento foi inaugurado em 1937, no Largo Maria da Fonte, hoje Largo Kinaxixe.


Durante o período revolucionário de Angola, em 1974, ligado à independência do país, a estátua foi dinamitada e substituída por um tanque soviético. Mais tarde o tanque foi retirado e reconstruído o monumento com a colocação de uma estátua à memória da rainha Nginga. (informação obtida no blogspot de Rui Moio 7/8/2011)

http://almaviva.blogspot.com/2008/07/as-esttuas-de-luanda-e-o-general.html)

Links


http://memoiresdepierre.pagesperso-orange.fr/alphabetnew/r/richebourg.html

http://www.monumentos.pt

https://www.facebook.com/padroesemonumentosdaguerra

Notas


1. Sobral(2009), p. 29.

2. Rosa(2010), pp.356-357.

3. Rosa(2010), p.361



Bibliografia


Sobral, José Manuel, Maria Luísa Lima, Paulo Castro e Paulo Silveira e Sousa(2009), "A Pandemia Esquecida, Olhares comparados sobre a pneumónica 1918-1919", Lisboa, 1ª ed., Imprensa de Ciências Sociais. (ISBN:978-972-671-258-9)


Rosas, Fernando e Maria Fernanda Rolo,coordenação(2010), "História da Primeira República Portuguesa",2ªed., Lisboa, Tinta da China. (ISBN: 978-972-8955-98-4)


Em Angola

O Monumento aos Mortos da Grande Guerra em Luena (Vila Luso)

O Monumento aos Mortos da Grande Guerra em Naulila

O Monumento aos Mortos da Grande Guerra em Gabela

O Monumento aos Mortos da Grande Guerra em Môngoa